O primeiro tempo entre México e Equador, pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026, deixou pouca margem para defendê‑lo: o México abriu 2 a 0 antes do intervalo, com gols de Julián Quiñones e Raúl Jiménez, e dominou as ações desde o início. No lado direito da defesa equatoriana, Alan Franco — volante do Atlético‑MG improvisado como lateral‑direito — foi um dos nomes mais apontados nas críticas.
A repetida vantagem de Quiñones nas jogadas pelo flanco expôs fragilidades na cobertura e na reação do setor. Além disso, falhas individuais no sistema defensivo, como um erro de Joel Ordóñez que originou o segundo gol, ampliaram a sensação de desorganização. Nas redes, torcedores e internautas destacaram a incapacidade de Franco de fechar os espaços e evitar as penetrações adversárias.
Para o torcedor do Galo, a atuação serve como foco de cobrança: trata‑se de um jogador identificado ao clube que, em posição atípica para ele, não conseguiu impor presença física nem oferecer segurança aos companheiros. A crítica nas redes sociais teve tom repetitivo e direto, reforçando que a performance trouxe desconforto à imagem do atleta neste momento decisivo.
A análise ao fim do primeiro tempo é clara e dura: o Equador cedeu iniciativa, permitiu transições perigosas e pagou caro por erros de comunicação e posicionamento. Para Franco, a partida acende um sinal de atenção — seja para a seleção, seja para o clube — sobre sua adaptação quando deslocado da função principal.