A derrota por 2 a 0 em Porto Alegre deixou o Galo obrigado a uma resposta clara na Arena MRV. O resultado da ida da semifinal da Copa do Brasil tornou a volta, marcada para sábado às 18h, uma missão de alto risco: vitória por três gols ou dois para levar aos pênaltis.

O técnico argentino Eduardo Domínguez — apelidado Barba — disse que encontrou um vestiário abatido, mas reforçou confiança no elenco. Para ele, o grupo que vive um momento difícil é o mesmo que levou o clube à final da Sul-Americana e às fases finais em outras competições, e por isso merece persistência.

É um momento para ser valentes. Temos que acreditar no que fazemos e por que estamos nesta posição. Nem o copo cheio, nem o copo vazio. (...) Espero que esta derrota toque no ego dos jogadores.

Domínguez pediu atitude dos jogadores: “É um momento para ser valentes. Temos que acreditar no que fazemos e por que estamos nesta posição. Nem o copo cheio, nem o copo vazio. (...) Espero que esta derrota toque no ego dos jogadores.”

O contexto é ruim: o time acumula quatro derrotas seguidas e encara antes da decisão pela Copa do Brasil um compromisso pelo Brasileiro, quarta-feira, contra o Botafogo, no Rio. Ainda assim o treinador destacou a confiança na recuperação: “Me dá tranquilidade que são os mesmos jogadores, que fazem acreditar o nosso torcedor. Tem que insistir.”

A tarefa é clara e a pressão, grande. A Massa terá papel importante na Arena MRV, e o Galo precisa transformar a autocrítica em futebol agressivo para virar a eliminatória.

Me dá tranquilidade que são os mesmos jogadores, que fazem acreditar o nosso torcedor. Tem que insistir.