O Brasil fechou a rodada de grupos com uma vitória sólida: 3 a 0 sobre a Escócia. A performance teve um protagonista claro — o camisa 7 — que marcou duas vezes e foi decisivo em boa parte das ações ofensivas. A partida também marcou o retorno de Neymar aos gramados, recebido com aplausos, e confirmou uma boa leitura coletiva do time em momentos de transição.
Logo no início, a pressão alta rendeu: um jovem atacante incomodou a saída rival, recuperou a bola e serviu Vini Jr para abrir o placar aos sete minutos. O jogo teve ainda um gol anulado após revisão do VAR e oscilações de ritmo: o Brasil diminuiu a intensidade em parte da etapa inicial e viu a Escócia crescer, principalmente em bolas paradas. Nos acréscimos, porém, Bruno Guimarães encontrou Vini Jr para o segundo gol, ratificando a superioridade brasileira.
No segundo tempo, Alisson apareceu com defesas cruciais e evitou qualquer reação escocesa. Aos 27 minutos da etapa final, Matheus Cunha ampliou, depois de uma bela construção coletiva, e decretou o resultado. A entrada de Neymar, aguardada pela torcida, foi festejada e funcionou como coroamento de uma noite que juntou experiência e juventude no mesmo time.
Nas redes sociais, rivais argentinos reagiram com provocações e projetaram um hipotético duelo nas semifinais — um sinal da rivalidade permanente entre as seleções. É um retrato do momento, não uma previsão: resta lembrar que o Mundial ainda não terminou e que consistência será exigida nas fases decisivas. Para a torcida brasileira, a vitória restaura confiança; para os adversários, acende o alerta sobre o talento e a profundidade do elenco.