O Atlético-MG atualizou nesta semana a situação de atletas no departamento médico e acentuou dúvidas para a sequência de jogos. Ruan Tressoldi segue em observação após acionar o protocolo de concussão no clássico contra o Cruzeiro: os exames iniciais não apontaram lesões estruturais, mas o defensor passa por um plano progressivo de recuperação que só permitirá avaliação diária sobre a disponibilidade para a partida na Arena MRV.

Entre os demais no DM, Victor Hugo é o que mais se aproxima de voltar: já treina com bola e há expectativa positiva para que seja relacionado nas próximas partidas, dependendo da evolução no trabalho de hoje e amanhã. Igor Gomes também responde bem ao tratamento, mas o tempo curto reduz as chances de recuperação total para o clássico; a comissão técnica precisa medir a tolerância da região lesionada antes de qualquer reintegração.

Os casos mais delicados permanecem na defesa. Léo Duarte, reforço da janela, ainda não estreou e vem saindo de uma lesão muscular na coxa direita; está numa fase final de recuperação, mas sem condição de retorno imediato. Lyanco sofreu ruptura da fáscia plantar — uma lesão incomum que demanda cicatrização e cuidados específicos, sem prazo previsível para retorno, o que tira uma opção da retaguarda em momento de exigência física.

No curto prazo, a soma desses problemas encurta alternativas do técnico para montar o time contra o Vitória e no jogo de volta com o Cruzeiro, forçando ajustes táticos e gestão de cargas. A situação também expõe riscos de adaptação de reforços e a necessidade de criteriosa proteção dos atletas em processo de recuperação para evitar agravos. A definição final sobre nomes e escalações dependerá das respostas clínicas e dos próximos treinos.