A sensação na Massa é de tensão com alguma esperança: o Atlético vai à Arena do Grêmio com peças importantes em recuperação e dúvidas que podem mexer diretamente no desenho da semifinal da Copa do Brasil, domingo às 18h30. Domínguez não escondeu a preocupação, mas também sinalizou que avalia opções.

Cuello aparece como possibilidade depois de um trauma na costela — o atacante já está sem dor e evolui nos treinamentos, mas a comissão técnica mantém o mistério sobre o aproveitamento. Em um duelo que promete ser físico, a leitura do treinador é clara: só entrarão os 100% ou quem der conta do recado.

No gol, Everson segue em transição após a fratura no pé esquerdo e já participou de treinos com o grupo, mas ainda não está no auge. Enquanto isso, Delfim segue entre os titulares e recebe elogios internos pela rápida adaptação e crescimento na posição durante a ausência do titular.

A emergência no ataque aumentou após Reinier sair do clássico com dores na coxa esquerda e ser submetido a exames; Cassierra e Thiago Borbas já eram baixas pelo departamento médico. A escassez de centroavantes obriga Domínguez a pensar alternativas — Victor Hugo foi citado como opção para ocupar referência na área.

É um teste de elenco e de criatividade tática: a falta de opções torna a partida uma prova de coletivo e de gerenciamento de risco do técnico. Para a Massa, a expectativa é que o time entre compacto, sem inventar, e que os reservas correspondam quando chamados — o Galo precisa de presença e solução na área.