O Atlético-MG entra em campo neste sábado, às 19h30, na Arena MRV, para a partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Juventude com questões ainda abertas no elenco. A definição do time passa por avaliações de última hora: parte da escolha técnica dependerá do resultado do treino desta sexta-feira, que deve confirmar a condição física dos jogadores que voltaram recentemente ou seguem em recuperação.

O atacante Cuello ainda integra o processo final de recuperação de um problema muscular. Ele chegou a participar de parte do treino com o grupo, mas permanece aguardando liberação médica, o que aumenta a tendência de ausência no confronto. No meio, Alan Franco não vinha contundido, mas reapresentou-se mais tarde por ter jogado a Copa do Mundo pelo Equador e reapareceu nos trabalhos do time; por estar apto, tem mais chances de figurar entre as opções.

Uma baixa confirmada é o meia Cissé, punido com expulsão no jogo contra o Ceará pela terceira fase do mata-mata, o que obriga a comissão técnica a buscar alternativas no setor de criação. Gustavo Scarpa, que ficou parado desde 5 de maio, treina normalmente e faz recondicionamento físico: vive a expectativa de ser relacionado, mas sua utilização dependerá da resposta nos treinos antes do jogo.

No departamento médico, seguem sem previsão de retorno Índio e o zagueiro Léo Duarte, enquanto Patrick já transita na fase final de recuperação. Fora do campo, o clube já vendeu cerca de 16 mil ingressos, indicativo de forte presença da torcida — variável que aumenta a pressão por um resultado convincente desde o jogo de ida.

O recado técnico é claro: a definição do Atlético para o duelo com o Juventude será marcada por prudência médica e necessidade de montagem do setor criativo sem Cissé. Mais do que escolhas táticas, a situação expõe a dependência do elenco em relação à profundidade do plantel e à capacidade de o clube administrar recuperações e suspensões em um confronto de mata-mata.