A Massa tem motivo para se orgulhar: em levantamento sobre faltas diretas na Série A na última década, o Atlético-MG aparece no topo. Não é só uma curiosidade estatística — é um sinal de eficácia nas bolas paradas que virou marca registrada do time no período.

O estudo aponta 24 gols de falta do Atlético-MG entre 2016 e 2025, contra 16 do Grêmio e 13 do Palmeiras, que completam o pódio. Metade desse total tem um único autor: Hulk, que chegou a 12 cobranças convertidas no recorte e, sozinho, faria bonito no ranking individual — o atacante seria o quarto colocado se considerado isoladamente.

Além de Hulk, outros especialistas reforçaram a vantagem do Galo. Otero e Gustavo Scarpa aparecem com seis gols de falta cada um dentro do período analisado. Em nível individual, nomes como Arthur Caike (cinco), Jean Pyerre (três) e Raphael Veiga (três) também surgem no levantamento, evidenciando que os gols de bola parada continuam raros, mas decisivos quando aparecem.

Para o torcedor, o dado confirma algo que se vê em campo: ter cobradores de qualidade amplia opções ofensivas e rende pontos ao longo das temporadas. É um trunfo tático que reforça a identidade do clube nas últimas campanhas — e que, para a Massa, vale tanto quanto um gol no relógio final.