O Atlético perdeu por 2 a 0 para o São Paulo, neste sábado no Morumbi, e viu chegar ao fim uma sequência invicta que durava 14 partidas. Mais do que a derrota em si, o resultado interrompe um período de consistência que vinha servindo como trunfo do time em competições simultâneas.
Após a partida, o lateral Renan Lodi tratou o fim da série com naturalidade, dizendo que uma sequência longa assim não seria perpétua e que, inevitavelmente, um jogo acabaria com ela. A fala busca reduzir o impacto emocional, mas também assume que a eliminação da invencibilidade não deve ser desculpa para acomodação.
Lodi já projetou a agenda imediata: o Atlético encara o Santos pela Copa Sul‑Americana antes de voltar a atenção ao Campeonato Brasileiro contra o Fluminense. O jogador ressaltou a necessidade de 'mudar a chave' rapidamente para somar pontos — principalmente para afastar pressão pela tabela e retomar a trajetória de resultados.
Do ponto de vista prático, o revés não é catastrófico, mas amplia a cobrança sobre rendimento e concentração em jogos decisivos. A perda da invencibilidade expõe margem de erro reduzida em torneios simultâneos e obriga a comissão técnica a ajustar respostas táticas e psicológicas para evitar que a sequência interrompida vire padrão.