No segundo tempo do duelo no Nubank Parque, um desarme de Lyanco sobre Vitor Roque virou ponto de atrito: o zagueiro comemorou o corte na frente do atacante, que reagiu aplaudindo e apontando o dedo. Em seguida, Lucas Evangelista empurrou Lyanco e Vitor Roque também deu um chega‑pra‑lá — cenas que alimentaram debate sobre intensidade e limites em campo.

A contusão parecia encerrada, mas a questão migrou para as redes: nesta segunda‑feira, o atacante publicou um vídeo com lances em que levou vantagem sobre o defensor e adicionou um emoji de riso, gesto que reacendeu a troca de provocações e ampliou a repercussão do episódio.

O próprio Lyanco tem histórico de provocações contra atacantes, como em confronto recente com Lucas Ronier, em que terminou envolvido em lance que resultou em gol adversário. O padrão de comportamento do zagueiro, entre gás competitivo e atitudes provocativas, volta a ser questionado pela torcida e por analistas.

Para o Atlético‑MG, o caso expõe necessidade de controle emocional dentro de campo: além do risco disciplinar, episódios repetidos custam ao time em imagem e podem inflamar rivalidades que desviam foco tático. Cabe ao clube ajustar posturas sem perder a intensidade competitiva, sob pena de ampliar repercussão negativa nas redes e na imprensa.