A pausa para a Copa do Mundo entra na reta final e o Atlético intensifica a preparação na Cidade do Galo. Reapresentado em 22 de junho, o elenco trabalha em intertemporada conduzida por Eduardo Domínguez, com atividades em dois períodos e folga apenas aos domingos. A rotina busca condicionamento físico e entrosamento antes da retomada oficial das competições.
A diretoria optou por não aceitar amistosos externos, apesar de convites, e programou dois jogos‑treino fechados contra equipes de menor expressão. A decisão preserva a comissão técnica de riscos e controla custos, mas reduz a exposição competitiva num momento em que ritmo de jogo poderia ser essencial — sobretudo diante da sequência apertada que se aproxima.
No departamento médico, três atletas seguem em recuperação. Índio e Patrick tratam lesões graves no joelho e provavelmente não estarão disponíveis logo no retorno; Gustavo Scarpa evolui de artroscopia e tem expectativa de reintegração nas primeiras partidas. Em campo, o calendário reserva compromissos exigentes: Brasileiro (início em 21 de julho contra o Bahia), oitavas da Copa do Brasil contra o Juventude e Sul‑Americana aguardando adversário.
No mercado, a única confirmação até agora é o zagueiro Léo Duarte. A diretoria mantém postura cautelosa, priorizando saúde financeira e mirando oportunidades — jogadores livres ou em fim de contrato — em vez de investimentos maiores. Essa estratégia protege o caixa, mas deixa o técnico e a torcida no dilema: equilibrar responsabilidade orçamentária e necessidade de reforços pontuais para suportar uma temporada com várias frentes.