Diagnosticado com edema no adutor da coxa direita e afastado por três jogos, Victor Hugo retornou ao time principal em alta: marcou no empate diante do Cruzeiro e alcançou seis gols na temporada, sua marca mais goleadora desde a chegada ao profissional. Neste ano pelo Atlético-MG são 36 partidas, seis gols e duas assistências, com 31 atuações como titular — números que atestam presença e regularidade quando convocado por Eduardo Domínguez.

Versátil, o meia foi aproveitado em diferentes funções: camisa 10, homem mais avançado e até recuado para ajudar na marcação. Essa flexibilidade virou vantagem para o técnico, mas também aumentou a disputa por vaga com a chegada de Fred. No clássico, Victor Hugo não só recebeu o passe decisivo do camisa 7 como deu o passe que originou o gol da virada, mostrando capacidade de decidir em momentos-chave.

No ranking ofensivo do elenco, Cuello lidera com sete gols; Bernard, Reinier e Victor Hugo vêm logo atrás com seis, e Cassierra tem cinco. No Campeonato Brasileiro, os números do meia também aparecem com destaque: quatro gols em 19 partidas, dividindo a artilharia interna em determinados levantamentos. O jogador celebrou a recepção no clube e ressaltou a responsabilidade tática na recomposição defensiva, apontando confiança coletiva como fator importante para a sequência do grupo.

Disponível para o duelo contra o São Paulo no Morumbi, pela 26ª rodada, Victor Hugo chega como alternativa que amplia o repertório ofensivo do Galo. Sua fase mais produtiva em gols cria uma dor de cabeça positiva para Domínguez na montagem da escalação: manter o equilíbrio entre criatividade e cobertura defensiva será o desafio enquanto o time preserva invencibilidade de 14 jogos e disputa três frentes.