O zagueiro Vitor Hugo voltou a treinar normalmente com o elenco do Atlético-MG e está liberado pelo departamento médico, voltando a ser opção do técnico Eduardo Domínguez para o jogo contra a Chapecoense, quinta-feira, às 19h, na Arena Condá. O defensor não atuava desde 11 de março, quando o Galo enfrentou o Internacional na Arena MRV, e participou das atividades desta sábado na Cidade do Galo, acompanhadas pelo acionista da SAF Rafael Menin.

A reaparição de Vitor Hugo devolve ao treinador uma alternativa de experiência para a defesa — sem, porém, garantir presença como titular. Em um momento em que consistência defensiva é exigida do time, a opção por um jogador que já conhece o elenco e a rotina pode acelerar ajustes táticos, mas dependerá do ritmo do zagueiro após o período parado e das escolhas do staff técnico nos próximos treinos.

Vitor Hugo volta a ser opção para Eduardo Domínguez.

O elenco do Atlético ainda convive com ausências importantes por lesão. O volante Maycon segue em tratamento de lesão na panturrilha esquerda e não joga desde 1º de março, pelo Campeonato Mineiro. Já o meia Índio enfrenta acompanhamento há três semanas por uma lesão nos ligamentos cruzado posterior e colateral medial, o que mantém a comissão técnica atenta ao tempo de recuperação e à gestão de prazos para reforçar o meio-campo.

Além das questões físicas, o clube trabalhou durante a pausa da Data Fifa com sete jogadores fora, convocados para seleções — circunstância que obrigou adaptações na rotina de treinos e na montagem de grupos. O retorno de nomes como Vitor Hugo tende a aumentar a competitividade interna, mas também impõe ao departamento médico e à comissão técnica a necessidade de avaliar condicionamento e risco antes de uma escalação imediata.

Para o confronto com a Chapecoense, a presença do zagueiro é um alívio relativo: amplia opções defensivas e possibilita ajustes em função do adversário, mas não elimina a preocupação com o entrosamento e a disponibilidade de peças no meio de campo. O Atlético precisa traduzir retornos em estabilidade coletiva; cabe a Domínguez decidir se Vitor Hugo será arma para fechar espaço atrás ou recurso eventual para segurar resultados.

O retorno amplia as opções defensivas do Galo para o jogo contra a Chapecoense.