Ana Paula Renault abriu a estratégia para Juliano Floss no BBB 26: em vez de confrontar Jordana, a veterana propõe uma abordagem controlada — votar na sister quando necessário, mas evitar brigas abertas. A ideia, segundo a conversa entre os dois, é impedir que a colega construa a narrativa da perseguida e sobreviva se apresentando como vítima perante o público.
No diálogo, Ana Paula destacou o perfil que atribui a Jordana dentro da casa: alguém que busca a imagem de perseguida e que, na avaliação dela, já não tem apoio sólido entre os pares. A combinação pensada foi simples: colocar a competidora no Paredão isoladamente, porém manter um tom educado e evitar confrontos diretos que alimentem a retórica de vítima.
A movimentação não passou despercebida fora da casa. Nas redes sociais, internautas reagiram com ceticismo e críticas, classificando a tática como equivocada e arriscada. Comentários apontaram que recuar em confronto pode fortalecer a narrativa adversária e até impulsionar a imagem pública de Jordana, potencialmente beneficiando-a nas próximas votações.
Do ponto de vista de jogo, a manobra busca neutralizar um discurso de perseguição sem gastar capital emocional em discussões públicas. Mas a eficácia depende de como o público vai interpretar a postura: se for vista como condescendência, pode virar vantagem para a alvo; se for percebida como jogo estratégico, pode render desgaste ao alvo e fortalecimento dos articuladores. Nos próximos dias, as enquetes e a repercussão dirão quem acertou a leitura.