A última terça-feira (21) teve mais do que a consagração do vencedor do BBB 26: o after na Barra da Tijuca registrou uma cena de atrito entre a equipe do veterano Alberto Cowboy e profissionais da imprensa. O episódio chamou atenção por expor a tensão entre ex-participantes, suas assessorias e o trabalho dos veículos após o reality.

Segundo relatos e registros que circularam nas redes, a assessora conhecida como Angélica interferiu em pelo menos uma entrevista de Cowboy, interrompendo a fala do influenciador e conduzindo-o para fora das câmeras. A ação foi interpretada por repórteres como tentativa de controlar a narrativa e reduzir exposição que pudesse comprometer futuros contratos.

O embate não se repetiu em outra abordagem: quando Edilson Capetinha atendia as equipes, a mesma tentativa de cerceamento foi contornada e o ex-jogador seguiu concedendo entrevistas normalmente. Paralelamente, no palco da final, o humorista Rodrigo Santana fez uma piada sobre a situação de Sarah Andrade no mercado publicitário, gerando desconforto visível e reação imediata nas redes sociais.

O caso passou a ser tema de comentários e postagens — inclusive de perfis que cobrem bastidores do evento — e ilustra um dilema que cresce no pós-reality: como equilibrar proteção de imagem e relacionamento com a imprensa sem transformar celebrações em episódios constrangedores. Para participantes, assessores e veículos, a cena reforça a necessidade de regras claras na relação pós-programa.