Jordana, quinta colocada do 'BBB 26', decidiu falar publicamente sobre a polêmica que a acompanhou desde os primeiros dias do programa: uma inscrição com cotas raciais num concurso do TJDFT em 2015, descoberta por internautas e transformada em apelido irônico nas redes. O rótulo 'Negajô' ganhou tração dentro e fora da casa, reforçando o debate sobre imagem e passados vasculhados por audiências atentas.
Em entrevista ao portal LeoDias, concedida à repórter Katharine Alves, a ex-sister disse que a informação foi retirada de contexto, mas admitiu ter cometido um erro ao usar as cotas quando tinha 19 anos. Jordana afirmou não ter tido naquela época o entendimento sobre raça que considera necessário hoje, atribuindo a decisão à pouca idade e à falta de letramento racial. A defesa já havia respondido anteriormente, negando prática dolosa ou intenção de fraude.
A repercussão do caso mistura julgamento moral e curiosidade de mercado: além de reabrir discussão sobre identidades e critérios em concursos públicos, a controvérsia se traduz em ruído sobre a imagem da ex-participante, que tenta agora retomar a agenda fora do reality. Durante o programa, Jordana também enfrentou acusações de racismo, o que ampliou o escrutínio e tornou a gestão da carreira pós-BBB mais sensível a posicionamentos públicos.
No ambiente de pós-reality, episódios do tipo costumam influenciar oportunidades comerciais e a percepção do público. Jordana procurou contextualizar o episódio e reafirmou que não repetiria a escolha. Resta observar como o mercado de celebridades e os fãs vão reagir a esta tentativa de reaproximação com a opinião pública — e se a narrativa conseguirá superar o rastro de polêmica deixado pela casa.