A polícia de Clearwater, na Flórida, encerrou oficialmente a apuração sobre a morte de Terry Gene Bollea, conhecido mundialmente como Hulk Hogan. Em um relatório de 72 páginas, as autoridades afirmam não haver sinais de crime ou ação suspeita ligados ao falecimento do ícone da luta livre.
Hogan morreu em 24 de julho de 2025, aos 71 anos, em sua casa em Clearwater. Documentos médicos citam infarto agudo do miocárdio como causa primária, e registram histórico de leucemia e fibrilação atrial. No dia, policiais chegaram por volta das 10h21; equipes fizeram manobras de reanimação antes de o lutador ser levado ao Hospital Morton Plant, onde o óbito foi atestado às 11h17.
A investigação incluiu análise de prontuários, imagens de segurança da residência, gravações de câmeras corporais e entrevistas com testemunhas. O relatório também traz o depoimento do terapeuta ocupacional Justin McCamey, que disse ter observado piora no quadro de Hogan após cirurgia recente e mencionou as muitas intervenções cirúrgicas sofridas pelo ex-campeão.
Apesar da conclusão oficial de causas naturais, familiares e produtores do documentário Hulk Hogan: Real American, da Netflix, mantiveram dúvidas públicas sobre o tratamento recebido e sobre eventos que antecederam a morte. A família chegou a adiar a cremação e a considerar autópsia independente. Para fãs e espectadores, a investigação fecha uma etapa, mas deixa em aberto questões sobre o fim da vida do astro.