Wagner Moura protocolou uma ação contra o pastor Silas Malafaia em que pede R$ 100 mil de indenização por ofensas publicadas na rede social X. O processo corre na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e tramita sob sigilo.

As publicações vêm na esteira da repercussão internacional do filme O Agente Secreto, um dia após Moura ter sido premiado com o Globo de Ouro. Nas postagens, Malafaia criticou o ator e questionou suposto uso de recursos públicos em projetos culturais, além de empregar termos depreciativos.

De acordo com o Metrópoles, a ação de Moura sustenta que ele não foi responsável pela captação de recursos do filme e que as mensagens teriam ultrapassado o limite da crítica, justificando o pedido de reparação por danos morais.

Em resposta ao portal, Malafaia disse não ter sido notificado oficialmente e afirmou ter sido 'escolhido' pelo ator entre muitas críticas nas redes, sugerindo que Moura teria de processar milhares de pessoas para alcançar todos os autores de ataques. Em outra declaração que circulou na repercussão, o pastor chegou a disparar que 'vai voltar a apanhar'.

O caso reacende o debate sobre os limites entre crítica pública e responsabilização judicial no ambiente digital, com reflexos na imagem de Moura como figura pública e na visibilidade midiática de Malafaia — e pode virar referência em disputas semelhantes envolvendo celebridades e redes sociais.