O Palmeiras assegurou vaga na final da Copa Libertadores ao eliminar o Fluminense nos pênaltis, no jogo realizado no Nubank Parque. A equipe sofreu 1 a 0 no tempo normal, mas converteu a série decisiva e garantiu a presença em Montevidéu, onde disputará o título em 28 de novembro.

Abel Ferreira comemorou sem exageros: definiu a classificação como consequência de um grupo que, segundo ele, está mais jovem e mais preparado do que nas campanhas anteriores. Ao mesmo tempo, reconheceu que as conquistas anteriores mudaram o cenário e aumentaram a cobrança por resultados no clube.

O treinador voltou a explicar sua rotina em decisões por pênaltis: disse que não assiste às cobranças e seguiu um protocolo montado após experiências passadas. Abel afirmou ter trabalhado a preparação psicológica e técnica com a comissão, mas lembrou que é impossível replicar em treinos a intensidade emocional de uma série de cobranças diante de dezenas de milhares de torcedores.

Com a final encaminhada, o foco imediato do Palmeiras volta ao Brasileirão: o time enfrenta o Bragantino no próximo sábado. A possibilidade de reeditar a decisão contra o Flamengo — que o derrotou em 2025 — traz atenção extra, e a diretoria terá de equilibrar ambição continental com gestão de elenco e desgaste físico até novembro.