Alan Patrick não poupou críticas à arbitragem após a derrota do Internacional por 2 a 1 para o Fluminense, no Maracanã. O capitão apontou que o árbitro Lucas Casagrande faltou coragem para aplicar o segundo cartão a Renê em um lance no segundo tempo e disse que decisões da arbitragem interferiram no desfecho da partida.
O episódio em pauta aconteceu perto dos 30 minutos da etapa final, quando Bruno Gomes tabelou e foi puxado por Renê já com cartão amarelo — situação que os colorados entendem como passível de expulsão, porque o jogador do Inter seguia em direção ao gol. No primeiro tempo, o clube também contestou a marcação de falta de ataque em Ronaldo sobre Thiago Silva, uma jogada que teve leitura divergente entre as equipes.
Faltou coragem do árbitro para expulsar o jogador e isso mudou a partida
Além do desgaste emocional pela derrota, o resultado deixa o Inter com 35 pontos e na 16ª posição, espaço que pode ser ocupado ainda nesta rodada por Grêmio e Corinthians. A sequência pressiona a diretoria e a comissão técnica por respostas imediatas e evidencia a fragilidade do time em momentos decisivos, quando árbitros e interpretações se convertem em fator de custo real na tabela.
Do lado colorado, a leitura é de frustração e oportunidade perdida; do ponto de vista técnico, o capítulo também acende um debate sobre controle disciplinar e critério nas decisões em lances determinantes. Em termos práticos, a equipe terá pouco tempo para reagir e transformar reclamação em espetáculo dentro de campo, sob risco de ver a situação na tabela se agravar nas próximas rodadas.