A eliminação do Brasil para a Noruega, por 2 a 1 nas oitavas de final, gerou uma onda imediata de críticas nas redes sociais direcionadas a Carlo Ancelotti. Internautas e torcedores responsabilizaram o técnico pelas escolhas feitas durante a partida, apontando substituições controversas e decisões de escalação que, na visão dos críticos, comprometeram a reação da Seleção.

O foco das reclamações se concentrou na ausência de Luiz Henrique. O atacante, que só foi acionado na estreia contra o Marrocos e não voltou a entrar, foi lembrado pela torcida por suas credenciais — atua no futebol russo e, conforme registros da temporada, foi eleito o melhor jogador das Américas em 2024 após conquistas pela equipe do Botafogo. Para muitos, sua velocidade e presença ofensiva teriam sido alternativas não testadas diante do desgaste do time.

Além da queixa sobre Luiz Henrique, houve críticas às mudanças no segundo tempo, classificadas por parte da torcida como tardias ou pouco efetivas. A combinação do resultado com a repercussão nas redes reforça um desgaste de imagem para o treinador, que agora terá de explicar tecnicamente as decisões tomadas em jogo sob um escrutínio público ampliado.

A derrota deixa questões práticas: a comissão técnica precisará justificar as ausências e a gestão do elenco, enquanto a CBF e a imprensa avaliam consequências esportivas e políticas da eliminação. O debate sobre escalações e leituras táticas promete dominar a cobertura nas próximas semanas, com a torcida exigindo respostas sobre o que faltou para o Brasil avançar.