O jornal The Athletic publicou um levantamento sobre os técnicos mais elegantes da Copa do Mundo e colocou Gustavo Alfaro, do Paraguai, no topo. A avaliação levou em conta não só ternos e gravatas, mas também calçados e a 'aura' à beira do campo — e listou 49 profissionais depois da demissão de Sabri Lamouchi, técnico da Tunísia.

Carlo Ancelotti, comandante do Brasil, apareceu na 13ª posição. O italiano recebeu elogios por combinações sóbrias e por um visual alinhado à sua postura em campo, embora a publicação tenha lembrado sua fase de agasalhos nos tempos do Everton. A análise ressalta que, mesmo fora do top 10, Ancelotti mantém imagem de autoridade.

O ranking misturou críticas e elogios: em último lugar ficou Sebastián Beccacece, do Equador, por escolhas de cores; Rudi Garcia também foi mal avaliado em um dia de calor; Julian Nagelsmann foi apontado como um estilista de riscos. Na ponta alta aparecem Darren Bazeley e Graham Arnold, com Javier Aguirre em terceiro e Carlos Queiroz em segundo, citado pela corrente de ouro.

Trata‑se, acima de tudo, de uma curiosidade de moda: o estilo não traduz qualidade tática, mas compõe narrativas e visibilidade na cobertura da Copa. Para técnicos, imagem e presença têm papel simbólico — e rankings como esse mostram como pequenas escolhas de guarda‑roupa viram pauta em torneios globais.