A publicação italiana La Gazzetta dello Sport divulgou um ranking dos treinadores mais bem remunerados para a Copa do Mundo de 2026, com Carlo Ancelotti no topo. O técnico da seleção brasileira, contratado pela CBF em maio de 2025 e com vínculo renovado até 2030, aparece com salário anual de 9,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 55,8 milhões na cotação atual).
A diferença é expressiva: o segundo lugar da lista é ocupado por Thomas Tuchel, da Inglaterra, com 5,9 milhões de euros (cerca de R$ 34,6 milhões). No extremo oposto do top 10 está Lionel Scaloni, comandante da Argentina e campeão mundial, que figura em décimo com cerca de 2,3 milhões de euros (R$ 13,5 milhões).
O valor associado a Ancelotti reflete não só a aposta técnica da CBF para o ciclo 2026–2030, mas também o impacto do nome do treinador fora dos gramados. A reportagem menciona o desempenho comercial do italiano, que ampliou sua visibilidade e potencial de mercado desde que assumiu a seleção.
Na prática, um salário dessa magnitude aumenta a pressão por resultados e cria expectativas mais altas em torno da campanha brasileira na Copa. Para a CBF, a conta financeira precisa ser balanceada com desempenho esportivo; para o torcedor, a remuneração reforça o foco no rendimento e nos resultados já a partir das partidas preparatórias.