A final da Copa do Mundo começou para os argentinos em pleno centro de Nova York. Segundo o jornal espanhol As, mais de 4 mil torcedores se concentraram na Times Square ao longo do dia, ocupando ruas e avenidas próximas e bloqueando pontos da Broadway e da Sétima Avenida enquanto cantavam sem parar à espera do jogo.
O clima lembrou uma arquibancada a céu aberto: enormes bandeiras, bombos e cânticos em homenagem a Diego Maradona e Lionel Messi dominaram a cena. Centenas registravam a festa com celulares; a presença visível da seleção bicampeã criou um ambiente de celebração coletiva e visibilidade internacional.
Nem o tempo instável nem a fumaça vinda dos incêndios florestais no Canadá afastaram a torcida, que manteve a concentração durante horas. Enquanto isso, os torcedores espanhóis se aqueciam nos arredores do Madison Square Garden; a expectativa era pelo deslocamento em massa rumo ao MetLife Stadium, palco da decisão.
A mobilização em um dos pontos turísticos mais movimentados do planeta mostra não só apoio à Argentina e a Messi, mas também o poder de mobilização da diáspora em jogos de grande magnitude. Além do efeito moral sobre a seleção, a concentração gerou impacto local no trânsito e reforça a dimensão pública e simbólica da final.