Arroyo foi o responsável pelo gol que iniciou a virada do Cruzeiro sobre o Flamengo, no Mineirão, pela 24ª rodada do Brasileirão. O lance chamou atenção não apenas pelo resultado — 2 a 1 para o time da casa —, mas pela repetição de um gesto técnico: o atacante voltou a driblar Samuel Lino exatamente como fizera no confronto entre as equipes pela Libertadores.
A sequência foi determinante para desbloquear a defesa rubro-negra e criou o espaço que terminou em finalização e gol. A similaridade entre os dois lances transformou um detalhe técnico em assunto dominante da cobertura pós-jogo: o drible passou a ser interpretado como símbolo da superioridade momentânea de Arroyo e da capacidade do Cruzeiro de explorar uma vulnerabilidade específica do adversário.
Nas redes sociais, as reações se multiplicaram e as comparações com a partida continental foram imediatas. Internautas transformaram a cena em assunto corrente, com memes e comentários que reforçaram a narrativa de repetição do mesmo erro defensivo por parte de Samuel Lino. A repercussão virtual ampliou o alcance do lance além das quatro linhas.
Do ponto de vista esportivo, a repetição do drible expõe uma fragilidade tática que o Flamengo precisa corrigir caso pretenda competir em alto nível nas próximas rodadas. Para o Cruzeiro, o episódio reforça a confiança em jogadores capazes de decidir partidas com soluções individuais. Para Samuel Lino, o lance alimenta um debate público sobre posicionamento e recuperação na partida seguinte.