O Atlético-MG chega a mais um compromisso às voltas com uma sequência ruim: são quatro derrotas seguidas e a pressão aumenta na semana de decisões. Nesta quarta-feira, pelo Brasileirão, o time encara o Botafogo no Nilton Santos e a tendência é que Eduardo Domínguez poupe titulares para preservar o grupo para a Copa do Brasil e a Sul-Americana.
O clube tenta evitar algo que não acontece desde 2019: cinco derrotas seguidas. Aquele ano marcou a pior passagem recente — foram cinco reveses em 23 dias em setembro, sob o comando de Rodrigo Santana, com derrotas para Corinthians, Botafogo, Internacional, Colón (pela Sul-Americana) e Avaí.
No atual ciclo, as derrotas vieram contra o Montevideo City Torque (Uruguai), Flamengo e Cruzeiro pelo Brasileirão, além da ida da semifinal da Copa do Brasil contra o Grêmio. Apesar do resultado na Uruguai, o Galo avançou à final da Sul-Americana no agregado. Na tabela do Brasileiro, a equipe ocupa a sétima colocação, com 50 pontos.
O confronto de volta com o Grêmio está marcado para sábado, às 18h, na Arena MRV: o Atlético precisa vencer por três gols de diferença para avançar direto; vitória por dois leva a decisão para os pênaltis. A final da Sul-Americana contra o Boca Juniors será em 21 de novembro, em Barranquilla. Domínguez reafirmou o foco nas competições mata-mata, que o clube vê como caminho para garantir vaga na Libertadores de 2027.