O Fluminense perdeu por 3 a 1 para o Atlético-MG, na Arena MRV, e viu acabar a invencibilidade de Marcão no comando. O jogo estava equilibrado até o intervalo, mas virou no segundo tempo, quando uma sequência rápida de gols definiu o placar.

A etapa inicial terminou sem gols, com o Flu mantendo organização. Na volta, o Atlético aumentou o volume por dentro e o técnico tricolor apostou em alterações para recompor o meio. Foi justamente durante essa janela de troca que o adversário explorou uma lateral batida rápida e abriu vantagem. Jogadores do Fluminense reclamaram não ter escutado o apito; Marcão diz ter falado com o árbitro e que ele manteve convicção no lance.

A sequência de dois gols em poucos minutos desestabilizou o plano inicial. Uma falha ligada ao zagueiro Freytes terminou em mais um gol do Atlético e complicou a reação. Marcão justificou a escolha do argentino pela necessidade de um atleta canhoto para sair jogando diante da pressão rival, mas reforçou que a responsabilidade é coletiva. Houve pontos positivos: Castillo teve atuação participativa, Riquelme voltou a se destacar e Julio respondeu às oportunidades dadas.

Além de pôr fim à invencibilidade, a derrota expõe limites da gestão de elenco e da rotação em jogos exigentes fora de casa. Com a Libertadores no horizonte, o Fluminense precisa ajustar recomposição defensiva e timing das substituições para evitar que curtos lapsos voltem a custar caro.