O Internacional saiu derrotado por 2 a 0 na Arena da Baixada em partida marcada por produção ofensiva limitada e dois erros individuais que definiram o placar. O time pouco ameaçou até o primeiro gol e, quando parecia controlar o jogo, um zagueiro entregou a segunda oportunidade ao Athletico, que aproveitou para ampliar.

Houve pontos isolados de qualidade: um meio-campista conseguiu mais controle e contenção, enquanto outro jogador foi a referência de perigo, forçando boa defesa de Santos e quase surpreendendo num cabeceio após entrar no fim. Em outras ações, um cruzamento acertou a trave e houve pelo menos uma chance clara perdida pelo ataque colorado.

Leozinho criou trabalho para a defesa adversária após um erro defensivo do Inter, o que mostrou que, quando acionado, o atleta pode desequilibrar. Ainda assim, o time oscila entre discreção e falhas de execução: jogadores isolados receberam bolas em condições de finalizar e não aproveitaram. A postura coletiva segue longe do desejado.

Pezzolano foi substituído pelo auxiliar Esteban Conde e a equipe repetiu a mesma estrutura tática do jogo contra o Cruzeiro. A amostragem é curta e ruim: o Inter joga pouco e tem resultados que refletem tanto escolhas técnicas quanto lapsos individuais. A sequência aumenta a pressão sobre a comissão técnica e exige resposta rápida para recuperar eficiência ofensiva e solidez defensiva.