O volante Barros, do Vasco, foi expulso aos 17 minutos do primeiro tempo da partida contra o Vitória, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, em São Januário. A decisão foi tomada pelo árbitro Matheus Delgado Candançan depois de orientação do VAR e da revisão do lance.

O lance aconteceu aos 14 minutos, quando Barros, pressionado por Renato Kayzer, errou a saída e tocou a bola com a mão para impedir o avanço do adversário. Três minutos depois, após a consulta ao vídeo, o árbitro apresentou o cartão vermelho, deixando o Vasco com um jogador a menos ainda na etapa inicial.

A expulsão gerou polêmica: jogadores do Vitória pediram a punição máxima, enquanto o Vasco ressaltou que a bola chegou ao braço de Kayzer antes do toque de Barros, um detalhe que a arbitragem inicialmente interpretou como jogada normal. O comentarista de arbitragem PC Oliveira afirmou que, pela distância de Kayzer em relação ao gol, o lance poderia ter sido punido apenas com cartão amarelo.

Além do impacto imediato em campo — a equipe vascaína passou a disputar a partida em inferioridade numérica —, o episódio reacende o debate sobre critérios do VAR e consistência das decisões em lances de mão. Em jogos eliminatórios, arbitragens polêmicas condicionam a dinâmica do confronto e alimentam a cobrança sobre o uso do recurso de vídeo.