A Bélgica encerrou as oscilações das primeiras rodadas e garantiu a liderança do Grupo G ao vencer a Nova Zelândia por 5 a 1. Trossard (duas vezes), De Bruyne, Lukaku e Saelemaekers balançaram as redes; Elijah Just descontou para os neozelandeses. O empate entre Egito e Irã ainda ajudou a consolidar o primeiro lugar dos Diabos Vermelhos.
O triunfo teve a cara de uma equipe que, finalmente, resolveu ser constante dentro de um mesmo jogo: ritmo intenso, pressão pós-perda e variações de posicionamento que abriram espaços. Foram muitas chances — 16 finalizações nos primeiros 51 minutos — e paciência até transformar superioridade em gols. Trossard aproveitou falha na marcação em escanteio para abrir o placar.
Do banco, Lukaku voltou a mostrar influência imediata: substituiu e marcou 40 segundos depois de entrar, símbolo de profundidade e poder de fogo que o time precisava. Rudi Garcia optou por Theate na zaga diante de ausências e manteve Tielemans como único volante; De Bruyne seguiu como principal articulador. Do outro lado, a Nova Zelândia tentou incomodar, contou com o bom momento de Elijah Just e promoveu alterações, mas esbarrou na eficácia belga.
Além de garantir a vaga sem sustos, a Bélgica sai do jogo com sinais claros: recuperou a regularidade e mostra opções ofensivas quando Lukaku é acionado, mas ainda precisa melhorar a eficiência diante do gol para manter esse padrão em fases eliminatórias. A vitória também elimina dúvidas táticas e dá fôlego ao treinador antes das oitavas.