A Bélgica avançou às oitavas de final após vencer o Senegal por 3 a 2 na prorrogação, com pênalti apontado aos 16 minutos do 2º tempo da prorrogação. A decisão do árbitro hondurenho Said Martinez só foi tomada depois de dois momentos de revisão: a recomendação do VAR, chefiado pelo brasileiro Rodolpho Toski, e a checagem em campo pelo próprio árbitro.

O lance que decidiu o jogo aconteceu aos 12 minutos da segunda etapa da prorrogação, quando, em um cruzamento, o defensor Camara realizou um carrinho que atingiu Tielemans dentro da área. O árbitro não assinalou de imediato; após cerca de dois minutos de análise pelo VAR e mais dois minutos vendo as imagens, Martinez concordou com a revisão e assinalou a penalidade.

Tielemans converteu o pênalti, virou o placar e decretou a vitória belga por 3 a 2. O Senegal, que havia dominado a primeira etapa e chegara a abrir 2 a 0 no segundo tempo, viu a Bélgica reagir nos minutos finais do tempo regulamentar: dois gols em três minutos levaram a partida para a prorrogação, onde a decisão veio no lance revisado pelo vídeo.

Com a classificação, a Bélgica aguarda o vencedor do confronto entre Estados Unidos e Bósnia para conhecer o adversário nas oitavas. A partida, disputada em Seattle, reafirmou o papel do VAR em decisões cruciais: a marcação tardia destacou a dependência das revisões de vídeo em lances duvidosos que alteram o destino das seleções no torneio.