A Seleção Brasileira venceu a Austrália por 4 a 2 no segundo amistoso da data Fifa, em partida marcada por reviravoltas e duas cobranças de pênalti que decidiram o resultado. Vanderson abriu o placar logo aos três minutos; a equipe australiana virou com gols de Circati e Metcalfe, mas o Brasil buscou a virada no segundo tempo.
O empate e a virada vieram por meio de penalidades. No fim do primeiro tempo, Souttar cometeu falta em Danilo dentro da área; após revisão do VAR, houve pênalti e Raphinha converteu. No segundo tempo, Bruno Guimarães marcou em jogada que contou com participação de Vini Jr. e Endrick, e mais tarde Vini Jr. bateu pênalti sofrido por Irankuda, fechando o placar.
Além do placar, o jogo reacendeu a discussão que acompanhou o Brasil desde a eliminação na Copa de 2026: as escolhas sobre quem deve cobrar pênaltis em momentos decisivos. A atuação de Raphinha e Vini Jr. hoje traz lembrança direta da cobrança perdida por Bruno Guimarães contra a Noruega — episódio que ainda alimenta questionamentos sobre hierarquia, critérios técnicos e preparo psicológico para cobranças.
O amistoso também teve impacto prático na preparação: Raphinha deixou a partida sentido na coxa e foi substituído, informação que pesa na definição do elenco para os próximos compromissos. O último jogo da série será contra a Índia, em Calcutá, partida histórica entre as seleções e oportunidade para o técnico alinhar definição de cobradores e alternativas táticas.