O Brasil terminou o Grand Slam de Astana, no Cazaquistão, com sete medalhas após o último dia de disputas, neste domingo (10). A campanha teve como desfecho a prata de Guilherme Schimidt, nos -90kg, e dois bronzes conquistados por Beatriz Freitas (-78kg) e Leonardo Gonçalves (-100kg).
Schimidt avançou à sua primeira final internacional desde que subiu da categoria -81kg para os -90kg, vencendo três confrontos antes de ser superado na decisão pelo sérvio Boris Rutovic por yuko. O resultado confirma uma adaptação rápida à nova divisão e representa um marco pessoal, ainda que a prata evidencie que há margem para evolução em busca do ouro.
Beatriz Freitas trouxe mais um pódio para a delegação ao garantir o bronze contra a canadense Coralie Godbout, somando dois waza-ari na luta que deu a ela a repetição da colocação obtida em 2025 na mesma etapa. Leonardo Gonçalves fechou a participação brasileira com outro bronze: no -100kg, venceu o holandês Simeon Catharina por yuko no golden score, assegurando a sétima medalha do time.
A equipe agora se prepara para o Open Europeu de Benidorm, na Espanha, no próximo fim de semana, seguido de um treino de campo na mesma cidade. Os resultados em Astana oferecem sinais positivos de profundidade técnica, mas também apontam para a necessidade de transformar presença no pódio em títulos mais frequentes, sobretudo em competições de alto nível que servem de parâmetro para seleções e calendário internacional.