O jogo deste domingo, às 17h (de Brasília), em Nova Jersey, entre Brasil e Noruega marcará a 13ª participação da seleção brasileira em oitavas de final da Copa do Mundo. O dado confirma o país no topo do ranking histórico dessa fase, à frente de Alemanha, Argentina e Espanha, que têm 10 aparições cada.
Até o momento, antes do confronto com os noruegueses, o Brasil soma dez classificações às quartas e duas eliminações em oitavas — ocorridas em 1934, diante da Espanha, e em 1990, contra a Argentina. Das dez vezes em que avançou, apenas uma decisão passou por pênaltis: o triunfo sobre o Chile em 2014.
A estadística ganha relevo pelo retrospecto: a seleção brasileira nunca venceu a Noruega. Em jogo de mata-mata, esse histórico torna o confronto mais imprevisível e pressiona a equipe a romper uma barreira psicológica, mesmo com o estatuto de líder entre as maiores presenças na fase.
No quadro global das oitavas de 2026, o Canadá estreia na fase pela primeira vez. Já a Argentina, se passar por Cabo Verde na sexta-feira, soma 11 participações e encosta no Brasil. O ranking é um retrato da tradição brasileira em Copas, mas, como em todo torneio, a eliminação faz a estatística perder valor: a definição será em campo.