Na véspera das oitavas contra a Noruega, em Nova Jersey, Carlo Ancelotti minimizou a provocação do técnico norueguês Stale Solbakken e tratou a declaração como brincadeira. O jogo, marcado para as 17h (de Brasília), vale vaga nas quartas e traz temperatura alta após o embate verbal.
O treinador brasileiro deixou claro que não há espaço para relaxo: a Seleção precisa apresentar seu melhor futebol. Ancelotti lembrou o duelo difícil contra o Japão, disse que a equipe saiu fortalecida e que a preparação visa lidar com qualquer cenário dentro da partida.
Sobre o poder ofensivo adversário, Ancelotti ressaltou a qualidade de Martin Odegaard e Erling Haaland e a organização da Noruega, que complica transições rápidas. O técnico pediu atenção defensiva e equilíbrio no meio-campo para conter as investidas e evitar surpresas nas etapas decisivas.
O comandante citou a vitória sofrida da Argentina sobre Cabo Verde como alerta de que nenhum rival pode ser subestimado e aproveitou para cumprimentar a postura dos africanos. Em jogo direto por um lugar nas quartas, o recado é claro: o Brasil precisa render 100% para seguir adiante.