O Brasil fecha a preparação para a Copa neste sábado, às 19h, com amistoso contra o Egito no Huntington Park Field, em Cleveland. Será o último teste antes do torneio, e a seleção brasileira reencontra um rival que já enfrentou em amistoso em 2011 — vitória por 2 a 0 —, referência mais recente entre as equipes.

O Egito chega ao duelo com um contraste: é o maior vencedor da Copa Africana de Nações, com sete títulos, mas carrega um jejum inédito em Copas do Mundo. A seleção disputará apenas sua quarta edição do Mundial e, em sete jogos, nunca venceu: são dois empates e cinco derrotas no retrospecto histórico.

As participações anteriores do Egito ocorreram em 1934, 1990 e 2018. Na Rússia, a equipe sofreu três derrotas — Uruguai, Rússia e Arábia Saudita — e, mesmo com Mohamed Salah marcando dois gols no torneio, não conseguiu pontuar. No ciclo atual, a seleção soma 52 partidas, com 30 vitórias, 16 empates e seis derrotas, e estreia no Grupo G contra a Bélgica no dia 15, seguida por Nova Zelândia (21) e Irã (27).

Para o Egito o amistoso tem caráter prático e simbólico: encontrar soluções e, sobretudo, tentar quebrar o tabu mundial. Para o Brasil, o confronto serve como ajuste final de peças e ritmo antes do início da competição. Em campo, a pergunta é simples e direta: qual seleção demonstra maior condição de transformar preparação em resultado no Mundial?