O Brasiliense iniciou a caminhada na Série D com ampla iniciativa ofensiva, mas a estreia de Léo Roquete no comando evidenciou problemas de eficácia. No Serejão, o time criou mais chances e ocupou o campo de ataque com constância, porém não conseguiu transformar domínio em vitória.

O gol saiu cedo, aos 12 minutos, em bola parada: escanteio ensaiado, finalização bloqueada e Regino no rebote para marcar. O momento favorecia o Jacaré, que manteve presença ofensiva, mas a vantagem durou pouco diante de uma falha individual na saída de bola aos 25.

O Brasiliense controlou boa parte do jogo, mas não teve eficiência para transformar volume em vitória.

A perda de posse resultou em pênalti convertido por Giovanni e em queda de fluidez do Brasiliense. Na reta final do primeiro tempo o adversário chegou a assustar — Yuri acertou a trave — e o meio-campo do Jacaré passou a sofrer para controlar o jogo.

No segundo tempo o time voltou a pressionar: Wallace Pernambucano teve gol anulado por impedimento e Tarta tentou organizar as jogadas. Regino ainda acertou a trave e o goleiro Medina realizou defesas importantes em finalizações de média distância e bolas paradas.

Com a expulsão de Thommy aos 38 minutos, o Brasiliense teve mais espaço e pressionou intensamente, mas faltou precisão nas conclusões. O empate em casa evidencia a necessidade de ajustar a saída de bola e a eficiência ofensiva — características decisivas numa competição curta como a Série D.

A falha defensiva que originou o pênalti e as intervenções de Medina foram determinantes para o empate.