A Comissão de Arbitragem da CBF divulgou o vídeo da revisão do VAR que resultou na anulação de um pênalti marcado a favor do Athletico-PR no jogo contra o Palmeiras. Na jogada, a decisão inicial da arbitragem apontou falta e marcou penalidade; minutos depois, a cabine de vídeo solicitou a revisão do lance.
O árbitro de vídeo, ao analisar as imagens, relatou que o atacante do Furacão segurou o braço do defensor palmeirense e se lançou no gramado, em sinal de possível simulação. Com base na revisão, o árbitro principal foi até o monitor à beira do campo, reviu o lance e revogou a marcação de pênalti, além de anular o cartão aplicado inicialmente.
O episódio não mudou o placar: o Palmeiras venceu por 1 a 0, com gol de Gustavo Gómez no primeiro tempo, e manteve-se no topo da tabela. A divulgação das imagens pela CBF serve para esclarecer a sequência de decisões e reforça a aplicação do protocolo do VAR em lances de interpretação envolvendo contato e simulação.
Embora o vídeo traga mais transparência, o caso volta a acender o debate sobre critérios de avaliação em jogadas de choque corporal e queda simulada. Para clubes e torcedores, a revisão exemplifica como o recurso pode alterar momentos decisivos — e como a interpretação humana continua central no uso do VAR.