A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou neste sábado a numeração completa da Seleção para a Copa do Mundo de 2026. A mudança mais comentada é o retorno de Neymar à camisa 10, após dois anos e meio sem convocações, reforçando o papel central do atacante no projeto para o Mundial. Matheus Cunha foi escalado com a camisa 9, enquanto o jovem Endrick vestirá a 19.
Vini Jr manteve a tradicional camisa 7, a mesma que usa no Real Madrid, e Raphinha ficou com a 11. A divulgação oficial pela entidade encerra uma etapa simbólica da preparação: além de definir escalas táticas, os números também têm impacto direto na comunicação com a torcida e nas ações comerciais que envolvem a camisa.
Do ponto de vista esportivo, a atribuição de números revela opções do treinador para a referência ofensiva e para a montagem do elenco titular, mas não substitui decisões táticas que serão tomadas na reta final de preparação. Os amistosos que antecedem o Mundial terão papel prático: o Brasil encara o Panamá neste domingo, às 18h30, no Maracanã, e enfrenta o Egito no sábado seguinte, nos Estados Unidos.
A estreia no Mundial está marcada para 13 de junho, contra Marrocos. Com a numeração oficial, a CBF completa um importante passo de organização do torneio, embora o resultado final dependa do desempenho em campo e das escolhas técnicas que ainda serão testadas nos jogos preparatórios.
Para torcedores e mercado, a definição traz clareza sobre quais nomes serão associados a camisas de peso simbólico — a 7, a 9 e a 10 — e antecipa como a Seleção pretende se apresentar em campo e fora dele na jornada até o Mundial.