O UFC anunciou durante o evento em Newark que Chris Weidman será incluído na Ala Moderna do Hall da Fama em 2026. A cerimônia está marcada para 9 de julho, em Las Vegas, durante a Semana Internacional da Luta. A Classe de 2026 reúne ainda nomes como Dominick Cruz e Demetrious Johnson, reforçando a geração que mudou divisões e legados dentro da organização.

Weidman, formado no wrestling universitário como dois vezes All-American, estreou no UFC em 2011 e alcançou o ápice em 2013, no UFC 162, ao nocautear Anderson Silva e encerrar um reinado que durava quase sete anos. A vitória redesenhou o panorama dos médios e projetou Weidman como um rival de elite em uma era de campeões de alto nível.

O americano defendeu o cinturão três vezes, incluindo a revanche imediata com Silva — luta que ficou marcada pela grave fratura na perna do brasileiro — e vitórias sobre Lyoto Machida e Vitor Belfort. Perdeu o título para Luke Rockhold em 2015 e, a partir daí, sua trajetória foi prejudicada por lesões e oscilações de rendimento, com passagem pelo octógono até dezembro de 2024.

A inclusão no Hall da Fama consagra a importância de Weidman para a história dos médios: tanto pelo momento que criou ao destronar um ícone quanto pelo conjunto da obra diante de adversários de elite. Para a memória do esporte, a homenagem reconhece um atleta cuja carreira teve brilho e contraste — conquistas decisivas e uma queda física que encerrou a fase competitiva.