A Copa do Mundo de 2026 chega ao mata-mata com um número recorde de jogadores que já levantaram a taça: 22 atletas distribuídos em três seleções buscam repetir o feito. Em quase um século de Mundiais, 471 jogadores já foram campeões, mas apenas 21 repetiram o gesto — Pelé segue como o único tricampeão.
A Argentina lidera o grupo com 17 remanescentes do título de 2022, entre eles Lionel Messi, e manteve a base técnica. A França reapresenta quatro campeões de 2018 — Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé, N'Golo Kanté e Lucas Hernandez — sob o comando de Didier Deschamps. Completa a lista Manuel Neuer, titular da Alemanha no tetra de 2014.
O recorde supera a edição de 2014, quando 19 campeões participaram, e remete a outras presenças significativas: 16 espanhóis vindos do título de 2010 e três italianos das conquistas de 1934/1938. A segunda fase do torneio começa neste fim de semana: a Alemanha de Neuer enfrenta o Paraguai em Boston, a França pega a Suécia em Dallas e a Argentina joga contra Cabo Verde em Miami.
Além do valor simbólico, a concentração de campeões traz impacto prático: experiência e liderança que podem influenciar jogos eliminatórios, ao mesmo tempo em que sublinha a continuidade de núcleos vencedores nas principais seleções. No panorama histórico, o Brasil ainda domina a lista de bicampeões (com 16 nomes) e Pelé permanece como referência única pelo tricampeonato.