A avaliação dos melhores e piores das quartas de final da Copa do Mundo 2026 mistura confirmações de brilho individual e escolhas que surpreenderam analistas. A lista, organizada a partir das partidas decisivas, dá destaque a intervenções defensivas, gols-chave e também a atuações abaixo do esperado que custaram momentos importantes às suas seleções. Um dado estrutural chamou atenção: o índice de pênaltis convertidos nesta edição é o menor em seis décadas, um fator que mudou o ritmo e as decisões de confrontos eliminatórios.
Entre os nomes elogiados aparecem executantes que definiram partidas com qualidade e regularidade. Goleiros com defesas fundamentais, meio-campistas que ditaram o ritmo e atacantes que aproveitaram chances aparecem na seleção dos melhores. Jogadores como Bellingham e Mbappé foram citados por participações decisivas, assim como defensores — Saliba e Lisandro Martínez — que ajudaram suas equipes a controlar o jogo nas fases finais.
A lista dos piores traz surpresas e contradições: atletas que chegaram com status de protagonistas desapontaram em momentos cruciais. Entre os citados, aparecem nomes de grande projeção que falharam coletivamente ou individualmente nas quartas, com destaque para Haaland e Nyland, incluídos entre os criticados após atuações que não corresponderam às expectativas. Expulsões, decisões erráticas e falhas nas cobranças menores em um torneio com aproveitamento de pênaltis historicamente baixo pesaram contra muitos avaliados.
Com as semifinais definidas — França x Espanha na terça e Inglaterra x Argentina na quarta, ambas às 16h — as escolhas desta lista ajudam a entender o cenário que vem pela frente. Para as equipes que tiveram jogadores bem cotados na seleção positiva, a leitura é de sequência de confiança; para as que viram líderes ou goleadores figurarem entre os piores, o sinal é de necessidade de ajuste tático e psicológico. Em um Mundial marcado por decisões magras nas penalidades, qualquer erro individual tende a ser mais decisivo nas próximas fases.