A Coreia do Sul estreou na Copa do Mundo de 2026 com uma virada sobre a República Tcheca: 2 a 1. O placar teve participação decisiva de Hwang In-beom, que marcou um golaço e deu a assistência do segundo tento, posição que virou o jogo na madrugada. O resultado ganhou amplo espaço na imprensa internacional, que elegeu o meia como o grande nome da partida.
Em Portugal, o diário A Bola destacou a qualidade da jogada que deu o empate, enquanto na Espanha veículos como AS e Marca enfatizaram o protagonismo de Hwang e a capacidade de reação da equipe asiática. O argentino Olé também ressaltou a personalidade mostrada pelos sul-coreanos ao buscar a virada após sair atrás no marcador. Jornais europeus concluíram que a combinação Hwang–Son Heung-min foi determinante.
A partida ainda teve um episódio incomum: o meia tcheco Pavel Šulc teve a camisa rasgada durante o confronto, um detalhe que chamou atenção nas coberturas. Até então, a República Tcheca controlava o ritmo do jogo, mas cedeu espaço à reação sul-coreana e pagou o preço por permitir a criação das jogadas que definiram o placar.
Além do alívio esportivo, a vitória dá impulso moral à Coreia do Sul em um grupo que promete equilíbrio nas próximas rodadas. Para os tchecos, o revés acende perguntas sobre capacidade de fechar partidas sob pressão. Em campo, Hwang saiu com a imagem de herói da estreia; fora dele, o resultado alimenta manchetes e expectativas para o desenrolar do grupo.