O comentarista de arbitragem Paulo Cesar Oliveira avaliou que o pedido de pênalti do Cruzeiro, aos 41 minutos do primeiro tempo, não deveria ter sido concedido. No lance, William cruzou para a área, a bola primeiro tocou no pulgar e em seguida bateu na mão esquerda do zagueiro Léo Pereira, provocando reação imediata dos jogadores celestes.
Na análise de PC, o elemento determinante para afastar a penalidade foi a ausência de intencionalidade: por ter vindo de um companheiro e de forma inesperada, o toque não preencheria os requisitos adotados pelas diretrizes que orientam árbitros e VAR. Pelo seu entendimento, a marcação foi passível de questionamento técnico.
Além desse episódio, o ex-árbitro chamou atenção para uma entrada sobre Bruno Henrique que, em sua opinião, configurou 'jogo brusco grave'. Ao diferenciar os lances, PC Oliveira ressaltou como a arbitragem teve decisões controversas em momentos distintos, o que inflama a discussão sobre consistência nas marcações.
A controvérsia expõe a dificuldade de padronizar interpretações em lances de mão e no contato físico dentro da área. As reclamações do Cruzeiro e o posicionamento do comentarista reforçam a pressão sobre a equipe de arbitragem e mantêm o debate sobre até que ponto o VAR deve intervir em lances considerados inesperados ou sem intenção clara.