A seleção de Curaçao marcou presença na noite desta quarta-feira em um jogo do Miami Marlins contra o Arizona Diamondbacks. A delegação participou das ações pré-jogo: o meia Juninho Bacuna realizou um arremesso simbólico e depois trocou camisas com Javier Sanoja, entregando ao atleta dos Marlins o uniforme amarelo que virou febre entre torcedores.
Hospedada em Boca Raton, a equipe chega ao continente americano em preparação para a estreia na Copa do Mundo. Curaçao integra o Grupo E, ao lado de Alemanha, Costa do Marfim e Equador, e estreia no domingo contra os alemães em Houston. A presença em eventos na Flórida antecipa uma rotina de visibilidade que a equipe busca manter até o primeiro apito.
Além do simbolismo esportivo, a ida ao Marlins Park tem dimensão de marketing e mobilização: a troca de camisas e a repercussão nas arquibancadas ajudam a consolidar a identidade da seleção e a aproximá‑la de torcedores internacionais e da comunidade caribenha na região. É também uma oportunidade prática de entrosamento e de exposição antes do torneio.
Com a estreia se aproximando, a delegação tenta transformar a popularidade do uniforme em impulso no campo. O jogo em Miami foi curto, mas útil: entre a promoção e o ato simbólico de Bacuna, Curaçao soma fôlego e atenção antes de encarar a difícil sequência do Grupo E.