A comemoração da Espanha pelo título mundial teve um momento descontraído na passagem do ônibus aberto por Madri: o técnico Luis de la Fuente recebeu de um torcedor uma réplica da taça do Mundial cuja figura superior trazia o próprio rosto. Ao ver o presente, ele riu, exibiu a peça aos jogadores e seguiu acenando aos torcedores com a homenagem nas mãos.

A brincadeira se repetiu ao longo do trajeto até a Praça de Cibeles, com outros torcedores exibindo versões personalizadas do troféu. O episódio reforçou a presença do treinador como um dos personagens centrais da campanha e trouxe leveza a uma festividade que reuniu milhares nas ruas da capital.

Antes do desfile, a delegação espanhola participou de compromissos oficiais: os campeões foram recebidos pela Família Real no Palácio da Zarzuela e pelo primeiro‑ministro Pedro Sánchez. O contraste entre as cerimônias formais e o clima de festa nas ruas marcou a agenda do dia.

O gesto simples integrou as coberturas do desfile, dando ao técnico um momento de simpatia pública e lembrando que, além das táticas e resultados, a construção de afinidade com a torcida faz parte da narrativa de um título.