O empate do PSG na final da Champions, marcado por Ousmane Dembélé em cobrança de pênalti aos 20 minutos do segundo tempo, terminou com um sinal de alerta para a França: o atacante deixou o campo mancando aos 51 minutos da etapa final, substituído por Gonçalo Ramos. Dembélé, atual vencedor da Bola de Ouro, saiu da decisão em Budapeste com dores e despertou preocupação imediata na comissão técnica francesa.
A apreensão aumenta porque o jogador já vinha tratando a panturrilha nos dias anteriores à final. Veículos franceses, entre eles o L’Équipe, relataram que Dembélé deixou o gramado “visivelmente com uma distensão muscular”, expressão que, embora não confirme laudo médico, reforça a necessidade de exames e cautela na gestão do caso.
A seleção da França estreia na Copa do Mundo 2026 em 16 de junho, contra Senegal, no MetLife Stadium, e tem jogos contra Iraque e Noruega na sequência. Com a competição a poucas semanas, a possível ausência ou limitação de Dembélé obrigará o departamento médico e o técnico a calibrar preparação e opções táticas, elevando a pressão sobre a gestão física do elenco.
A final também deixou outra preocupação: Vitinha, do PSG e convocado por Portugal, saiu mancando durante a prorrogação, o que gera incerteza semelhante para a seleção portuguesa. Clubes e seleções agora têm um curto período para avaliações, exames e definições — e qualquer diagnóstico mais grave sobre jogadores-chave terá impacto direto na preparação e nas escolhas para o Mundial.