A partida entre Equador e Curaçao teve um capítulo emblemático logo nos dois primeiros minutos: Enner Valencia foi lançado nas costas da defesa e ficou cara a cara com o goleiro Room. O atacante finalizou de perna direita, mas a defesa do arqueiro impediu o que parecia ser um gol fácil.
Aos poucos, Valencia acumulou ainda ao menos mais duas chances — menos nítidas, mas igualmente desperdiçadas. A sequência serviu de material para internautas: nos minutos seguintes as redes sociais passaram a registrar humor, críticas e comparações sobre a eficácia do camisa 18.
Não é um tema inédito. Valencia, hoje no Pachuca, carrega na carreira episódios de finalizações perdidas que alimentam questionamentos sobre sua eficiência em partidas decisivas. Contra Curaçao, o acúmulo de oportunidades sem conclusão transforma o debate em algo prático para a seleção: a criação não basta sem aproveitamento.
Do ponto de vista da equipe equatoriana, o episódio reacende a necessidade de ajustes no último terço do campo. Se o time pretende transformar volume de jogo em resultados na Copa, a correção na finalização e a responsabilidade do setor ofensivo viraram pauta imediata — e motivo de cobrança nas redes.