Em culto na cidade de Franca (SP), o atacante Estêvão afirmou que a segunda ressonância feita há duas semanas na coxa direita não mostrou lesão — um resultado que surpreendeu até o médico que solicitou o exame. Segundo o jogador, o profissional disse não entender por que, diante da imagem, havia indicação cirúrgica.

O episódio expôs uma tomada de decisão que divergiu da recomendação do Chelsea: o clube e a equipe médica chegaram a aconselhar a cirurgia, e o próprio dono do clube teria defendido a operação. Estêvão disse que, junto com os pais, optou por não passar por intervenção e que a fé e a proximidade da família foram determinantes na escolha.

Após o novo exame, o atleta contou que recebeu elogios do médico do CT do Palmeiras, onde faz a recuperação, e que foi informado de que pode voltar mais rápido do que o previsto. Mesmo assim, o Chelsea ainda não o conta para o início da temporada, e o jogador segue fora da Copa do Mundo de 2026.

A narrativa levanta questões práticas: a decisão pessoal de não operar enfrenta a orientação institucional do clube e mostra como pressões externas — médicas e administrativas — entram em conflito com a vontade do atleta. Resta acompanhar a evolução clínica e o calendário do Chelsea para medir riscos e benefícios da escolha.