A expulsão de Enzo Fernández nos acréscimos do segundo tempo virou episódio decisivo da final da Copa do Mundo. Aos 47 minutos, o volante cometeu falta em Cubarsí e recebeu o segundo cartão amarelo, deixando a Argentina com dez jogadores exatamente quando o empate em 0 a 0 levou a partida para a prorrogação.
Poucos minutos antes, Enzo já havia sido advertido com cartão amarelo por reclamação, depois de uma dividida em que o árbitro mandou seguir. A soma das punições — primeiro por protesto, depois pela infração sobre Cubarsí — resultou na expulsão que alterou imediatamente o plano tático argentino e o equilíbrio numérico do jogo.
Nas redes sociais, a cena provocou reação intensa do público brasileiro: mensagens de comemoração, memes e provocações circularam em massa, acompanhadas de comentários sobre o impacto da expulsão no andamento da final. A repercussão mostrou que, além do campo, o episódio teve efeito simbólico no torcedor e na narrativa do confronto.
Do ponto de vista esportivo, perder um jogador tão perto do fim muda prioridades: desgaste físico, reorganização de marcação e risco maior nas disputas individuais. A expulsão reabriu o debate sobre timing de advertências e disciplina em decisões de alto impacto, e acabou se tornando uma peça central para entender a dinâmica da prorrogação.