Fábio confirmou nesta semana uma marca que percorre sua carreira: tornou‑se o jogador com mais partidas na história da Copa Libertadores, agora com 114 jogos. Aos 45 anos, o goleiro ultrapassou Éver Almeida, do Olimpia, e ampliou um recorde construído ao longo de duas décadas de competição continental.
A trajetória do camisa 1 inclui 81 jogos pelo Cruzeiro, 31 pelo Fluminense e dois pelo Vasco — números que traduzem longevidade e consistência em etapas distintas de sua carreira. Franco Armani, do River Plate, fica logo atrás, com 112 partidas, o que mostra que a lista de líderes é dominada por goleiros que sustentaram alto nível por muitos anos.
Mais do que um dado estatístico, a marca tem impacto simbólico para o Fluminense: a presença de um jogador com tanto histórico na Libertadores agrega experiência e liderança num momento em que a equipe busca avançar na competição. A bicância entre trajetória pessoal e necessidade coletiva se torna um ativo para o vestiário e para a campanha.
Fábio destacou o significado pessoal da conquista e colocou o feito no contexto da camisa tricolor, sem prometer limites. Para o clube, a leitura é dupla: celebra‑se a referência esportiva, mas também se reconhece que essa dependência de veteranos exige gestão cuidadosa do elenco para garantir competitividade nos jogos decisivos.